Doze Poses

O que proponho?

Doze imagens poéticas em forma de canção que conduzam à narrativa da imaginação, que permitam a criação de uma história onde cada canção é um capítulo, uma fração, um momento, e assim, portanto, uma imagem. Não imagem estática, mas dinâmica, como a própria vida. Dialética como as contradições do dia a dia, como o cotidiano, como o fluxo diário dos sentimentos e sensações, como as picuinhas da vida da gente comum.

A experiência vivenciada e sensações despertadas nesse espetáculo musical/imagético persistirão na mente das pessoas uma vez que a obra de arte permite ao ser humano transcender a realidade objetiva ao tornar-se, por meio do outro, aquilo que não pode ser, ou leva-lo para dentro de si, mas de um eu tão primitivo que a identificação com o outro se torna inevitável. Seremos todos levados para dentro das nossas histórias, para dentro de nosso passado, para dentro das nossas tristezas e alegrias.

O artista deve ser capaz disso, deve ser capaz de falando de um falar de todos, ainda que o instrumento, ainda que esse um, deva ser ele próprio, ainda que deva expor toda a sua subjetividade, toda a sua história, todo o seu passado, todas as suas tristezas e alegrias para que convença o outro de acompanha-lo, que convença o outro a confiar, para que convença o outro a acreditar na materialização do sonho mais onírico que existe…

É a isso que me proponho com Doze Poses, sejam bem vindos!

Guilherme Vazquez

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